sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O poder por trás das lentes

Li essa reflexão sobre óculos escuros e gostei.
Fiz algumas adaptações e resolvi publicar aqui.

Uma nota dissonante que torna chique o básico e casual aquela peça que nasceu para uma recepção de gala.

Assim é o óculos escuro, o toque de perua que toda mulher precisa, ou o detalhe que disfarça e não deixa a mulher parecer perua.

Sim, não duvide do poder das lentes escuras.

Não dizem que os olhos são a janela da alma?

Ocultá-los pode significar abrir as portas para o sonho, a fantasia e indagações de todo tipo.

Quem nunca se perguntou por que fulano apareceu naquela festa a noite de óculos escuros?

Ou... Por que essa moça insiste em usar óculos escuros mesmo num dia nublado?

Ahh o mistério!! Foi-se o tempo em que a utilidade das lentes era proteger.

Vá além... Abuse...

Você pode conquistar um ar misterioso, inescrutável e por que não... sexy?


Por Nataly Lacerda

Segurança condominial e a responsabilidade pessoal


O número de pessoas à procura de condomínios fechados tem crescido a cada dia, e um dos principais motivos para a crescente, segundo especialistas, é a segurança. Segurança que tem sido ameaçada pela falta de atenção e cuidados necessários. Não basta pagar condomínio e esperar que tudo corra bem. Algumas medidas devem ser tomadas e cobradas pelos condôminos, como por exemplo, na manutenção de instalações físicas.
José Pereira dos Santos Filho, morador de condomínio há 4 anos, diz que optou por esse tipo de moradia, a principio, pois era o que cabia no seu orçamento, já que na região onde mora uma casa custaria o dobro do que conseguiu num apartamento. Mas hoje se diz satisfeito com o sistema de moradia atual. “Eu pessoalmente acho o sistema de condomínio muito seguro, embora não seja a prova de erros, sendo assim, câmeras, portarias, cerca elétrica... tudo isso dá uma sensação de segurança, que dificilmente se encontra numa casa”, declara Pereira.
Especialistas chamam a atenção para o fato de muitos síndicos não tomarem os devidos cuidados para montar, ou contratar a equipe de segurança deixando os condôminos nas mãos de pessoas despreparadas, sem o devido conhecimento no assunto. Para esses especialistas, os profissionais que trabalham nesta área não podem ser marginalizados, simplesmente ficar largados na portaria, pelo contrário merecem condições adequadas de trabalho, com local apropriado e temperatura amena, sem esquecer telefones desbloqueados e radiocomunicadores, que permitam contato de reforços no momento necessário.
Outro assunto primordial nesse caso é o treinamento do porteiro, já que a maioria das invasões acontece pela portaria. A atenção ao porteiro merece destaque, pois este será o canal de acesso de todos que transitam pela ambiente em questão. A seleção para contratação deve ser criteriosa, permitindo pesquisa de antecedentes e verificação de referências anteriores.
Muitos condomínios têm investido fortunas, por assim dizer em equipamentos de segurança, e estes são realmente muito úteis, porém em alguns casos não dão ao funcionário treinamento adequado para uso destes equipamentos. A tecnologia se transforma, evolui muito rapidamente, e os profissionais devem estar sempre atualizados quanto a essas transformações. A administração não deve nunca se acomodar com as instalações que já possui, deve sempre estar atualizada, atenta aos detalhes já que os bandidos se disfarçam de várias formas, e nesse caso os olhos da administração é o porteiro.
Se a administração tem seus deveres, os condôminos também precisam fazer sua parte para auxiliar na segurança do ambiente. São pequenas ações que podem prevenir maiores desastres. O morador deve respeitar o funcionário dando a este motivos para querer o seu bem e zelar pela sua vida. Existem casos de pessoas que convidam visitas, fazem compras e agendam entregas ou manutenção sem avisar o porteiro e este, orientado a não permitir o acesso de pessoas não autorizadas, acabam barrando a entrada e causando uma situação constrangedora.
Uma medida que vêm sendo estudada e que logo poderá ser uma arma contra golpes em condomínios é o passa-pizza. Segundo José Alonso Neri, dono de uma empresa de segurança, a pretensão é diminuir o número de estranhos que tenham acesso as residências. “A intenção é proteger a vida do condômino que, ao abrir o portão para atender uma encomenda na rua pode ser vítima de assalto ou seqüestro”, diz Alonso.
O passa-pizza, uma espécie de porta-giratória com espaço limitado para passagem de pequenas encomendas, deve ser um investimento que pode pesar no bolso de início, daí a resistência de síndicos para sua implantação, mas para Alonso é uma realidade que em pouco tempo já não poderá ser evitada.





Dicas de Segurança em condomínios


- A seleção de pessoal doméstico e do condomínio deve ser rigorosa.
- Orientar adequadamente porteiros, zelador e funcionários em geral.
- Cadastrar todos os condôminos com dados pessoais, dos veículos e até de parentes próximos, para uso em caso de emergência.
- Estabelecer o sistema de identificação com crachá para todos os visitantes.
- Acompanhar o andamento de todos os trabalhos realizados no edifício.
- Realizar a reciclagem e treinamento periódico de seus funcionários com foco na segurança do condomínio.
- Treinar perfeitamente os funcionários para o uso dos equipamentos e sistemas de segurança.
- Dar o mesmo treinamento de segurança aos funcionários que possam vir a substituir, mesmo que temporariamente, o porteiro.
- Deixar o aparelho de gravação de fitas do circuito fechado de TV em uma sala trancada, da qual os funcionários não tenham a chave.
- Sempre atualizar procedimentos de segurança, porque métodos criminosos mudam e se adéquam às medidas de segurança dos condomínios.

Por Nataly Lacerda

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

AGOSTO

Ficção e realidade paralelas
O livro Agosto, de Rubem Fonseca (Cia das Letras, 1990. 349p) narra acontecimentos do mês de agosto de 1954, num misto de ficção e realidade que prende o leitor pela simplicidade da narrativa de uma época complexa.
O romance tem como cenário o Rio de Janeiro, capital da república, transformada em ponto de tensão com o atentado ao jornalista Carlos Lacerda, a mando de Gregório Fortunato, chefe da guarda pessoal do presidente Getulio Vargas. Na mesma noite o industrial Gomes Aguiar é assassinado em seu apartamento, trazendo à tona o personagem principal, Comissário Matos, um homem sem grandes ambições, marcado pelo individualismo e pelo desejo de fazer cumprir a justiça.
Ao longo da narrativa o autor faz uso de personagens históricas, como o presidente Getulio Vargas entre outras personalidades da época, alguns tendo seus nomes ligeiramente modificados, porém os personagens que encaminham a leitura são fictícios, criados pelo autor para interagir de forma intensa com os fatos reais. Nesse contexto, há uma intertextualidade muito presente, recriando discursos e pronunciamentos da época, que em certo momento pode acabar por cansar o leitor.
Contudo, a leitura em geral é agradável, narrando as aventuras de Matos, envolvendo o leitor através do suspense que cerca o mesmo, seu envolvimento com as duas namoradas, passeando por um ambiente erudito, com o gosto do personagem por música clássica, e em outros momentos causando angústia, pelo sofrimento deste com sua úlcera que o atormenta durante toda a trama.
Assim é Agosto, uma obra narrada em terceira pessoa que ao refletir tão claramente a ganância e a obsessão de uma época, e no seu fechamento deixar a impressão de que a honestidade tem poucas possibilidades de predominar, não se trata de uma crítica, somente de um relato de fatos. Uma leitura interessante pra quem quer entender melhor os acontecimentos que antecederam a morte do presidente, que segundo ele mesmo, deu sua vida pelo povo.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Consciência em detalhes


O tema meio ambiente, apesar de fazer parte das discussões no meio científico, ainda é desconhecido por boa parte da sociedade. As definições para este publico é a mais variada, causando confusão quanto ao conceito.
Um passo fundamental para diminuir os efeitos sobre o ambiente é a conscientização da população de que meio ambiente é mais que a Mata Atlântica, é o espaço onde vivemos. Um detalhe que parece pequeno, mas que influencia diretamente na degradação ambiental.
Seguindo este pensamento, podemos identificar a adoção da educação ambiental desde cedo, ensinando as crianças sobre a importância de manter bem cuidado o espaço onde habita, incentivando no cuidado das matas, no cultivo de vida saudável, exploração consciente dos recursos oferecido pela natureza como um caminho interessante nessa conscientização.
Muitos ainda não se conscientizaram dessa realidade, que não adianta lutar para proteger as matas, se não cuidarmos do nosso lixo, da água que consumimos e do solo que nos rodeia, enfim do nosso entorno.
Aqui concluímos que o maior problema para conscientização dos problemas ambientais é a própria consciência de ambiente.


Por Nataly Lacerda (Os problemas para conscientização dos problemas ambientais)

O mal que se faz necessário


Já faz um tempo que a televisão deixou de ser um luxo e passou a ser uma necessidade na vida dos habitantes das grandes cidades. Hoje em dia é difícil para essas pessoas imaginarem suas vidas sem o aparelho, tanto para entretenimento, quanto para se manterem informadas e atualizadas no que se refere a acontecimentos globais.
Podemos repetir constantemente que não nos interessa saber da queda do dólar, terremotos no Haiti, enchentes em Santa Catarina, mas se queremos estar integrados com o mundo isso se faz necessário, e é através da televisão, o meio de comunicação que nos traz essas informações em tempo real que podemos ter acesso ao mundo.
E para não ficarmos apenas no politicamente correto, a televisão ainda é um meio de entretenimento,criando estereótipos e tornando para muitos, espelho para um modo de vida, baseando suas atitudes em cenas e atos de personagens.Não vamos defender este canal de comunicação de forma cega, reconhecemos as falhas e absurdos transmitidos diariamente. Porém, a seleção de programação é um hábito que deve ser trabalhado internamente, com cada telespectador, de acordo com sua formação dando ênfase, maior prioridade aquilo que ajude em seu crescimento.



Por Nataly Lacerda (A influência da televisão no cotidiano)